domingo, 18 de setembro de 2011
Isso é ser Silveira, meu irmão!
Vejam aí se não dá saudade:
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Arquivo de delícias inesquecíveis
Por Suze
Falei com Bebinha, administradora do blog, que iria enviar umas reminiscências, algumas gostosas lembranças que tirei do meu arquivo de delícias inesquecíveis. Com certeza, quem estava presente nesses eventos vai se lembrar de cada pedacinho.
Eram férias de final de ano, acho que era janeiro. Os primos de São Paulo vieram curtir o incomparável verão baiano: Hilário, Edinho, Taninha (filhos de tio Edson), Carlinhos (filho de tio Joel) e Cristina (filha de tio Rosalvo). Estavam hospedados na casa de Vó Rosália (ali no Acupe de Brotas). Nessa época, tio Alírio e família moravam também na mesma casa. E, se coração de mãe sempre cabe mais um, coração de Vó Rosália, se fossem os netos dela, caberiam todos! Assim, eu (Suze, filha de Clóves), Cleide (filha de tia Nenzinha), Djane(filha de tia Aninha), mesmo morando também em Salvador, nos mudamos de mala e cuia pra casa de minha vó Rosália. Quem é bom de conta, que conte quantas pessoas estavam na casa, além é claro de minha vó e tia Dide.
Pois bem, quem conheceu a casa sabia que no andar de cima tinham três quartos. Tio Alírio e tia Glorinha ocupavam um dos quartos (o que tinha um varandão na frente), Joel ocupava um outro quarto menor, que dava por fundo da casa e no outro quarto da frente, numa sequência de camas colocadas lado a lado, sem espaço entre elas, cada uma de uma altura diferente, dormíamos eu, Cleide, Milce, Taninha, Djane e Cristina. No andar de baixo, tinha um quarto na frente da casa que dava pra a sala. Neste dormiam Hilário e Edinho. Carlinhos dormia no sofá da sala. Minha vó e tia Dide ficavam no quarto que dava para a copa.
Tudo era festa, praia quase todo dia, banho de piscina na casa de tia Aninha, cinema de tarde. Mas isso não nos era suficiente. Os meninos gostavam de nos chatear e nós a eles. Tudo numa brincadeira gostosa. Um dia, nós, meninas, ficamos de antena ligada, pois percebemos que os meninos queriam aprontar alguma pro nosso lado. Milce falou que a gente teria que dormir com a porta fechada e com o ferrolho passado. E assim fizemos.
Não sei como os meninos conseguiram abrir nossa porta de noite (uma traidora entre nós???) e salpicaram água gelada em nossos pés. Me lembro de ter acordado com aquela água gelada pingando nos meus pés, uma escuridão de não se enxergar nada! Todas nós acordamos sem entender nada, agitando os braços, tentando pegar quem estava jogando água na gente. De manhã, Milce comandou a nossa revanche.
Levantamos cedo (!?), Milce pegou dois copos d'água gelada, eu a as demais fomos atrás dela, também com copos cheios d'água nas mãos. Ao passar pelo sofá onde Carlinhos dormia, Milce despejou o primeiro copo d'água na cabeça dele que acordou sem nada entender. Mas nós já estávamos entrando no quarto de Edinho e Hilário. E foi ai que o inesperado aconteceu: Milce entrou de vez e jogou a água em Hilário. Mas logo percebeu que também estava molhada e os meninos já estavam acordados! Ela pensou que uma de nós havia jogado água nela, mas estávamos todas olhando pro pequeno caneco de plástico pendurado por um cordão no umbral da porta do quarto. Sim, queridos, o velho truque do balde d'água apoiado na porta. Deu certinho! Só me lembro da cara de Hilário todo molhado se acabando de rir da cara de Milce, completamente perplexa. Nem preciso dizer que todos caimos na gargalhada!
Depois Hilário contou pra a gente a epopéia dele pra pegar a água gelada no meio da noite e subir no quarto da gente. Ele pegou uma jarra de água na geladeira, no escuro (não tinha luz na geladeira também). Ai tia Dide viu. Ele tinha que disfarçar. Fingiu que bebia a água e recolocou a jarra na geladeira. Como estava muito escuro, ele não viu onde colocava a jarra e colocou dentro de uma tigela de feijão!!!
É isso aí, gente. Por favor, aqueles que estavam presentes a esses eventos, corrijam ou acrescentem alguma coisa às lembranças aqui relatadas. Aos demais, digo que são lembranças como essas que tornam a nossa vida linda de ser vivida. Agradeço a Deus por ter me colocado nessa família maravilhosa!
terça-feira, 12 de julho de 2011
Das lembranças
Consigo perceber na foto pelo menos três genros, que deduzo serem os tios Eliel, Saló e Jair. Com tantas crianças novinhas, algumas deves ser netos. Quem são? Não identifiquei nenhuma nora, o que dá a entender que os rapazes foram mais devagar no que diz respeito a construir suas próprias famílias.
Tenho muitas recordações da minha infância na casa do Acupe de Brotas, com seu quintal imenso, com mangueiras, pitangueiras e goiabeiras. Não lembro de muitas “aprontações”, mas de muita risada nos jogos de palavras cruzadas, War, e um outro jogo que precisava muito de dicionário…
Infelizmente não conheci vovô Firmino. Mas ouvi tanto sobre ele, que até parece que vivi certas situações, como ele ficando na frente da TV, atrapalhando quem queria assistir.
O “malassado” de vovó Rosa era imbatível. Acho que nunca mais comi um, do jeito que ela fazia. E olha que eu não gosto de carne sangrando…
E vocês? Quais as lembranças que povoam suas mentes? Repartam com a gente nos comentários!
Beijos,
Bebinha
UPDATE:
Da esquerda para direita.
Última fila (de cima) : Edson - Joel - Alirio - Nina - Nenzinha - Rosalvo - Abel e Nelson.
Fila do meio : Cloves - Carlos (Carlito) - Dalva - Rosália - Firmino - Esther - Eliel (único genro presente) e Valter.
1ª fila : - Cleuse - Clélia - Célia - Celene - Aninha - Elielzinho e Elide.
Espero assim ter tirado suas dúvidas, observando ainda que na foto original tio Edson não está presente. Daí Milce realizou uma montagem e todos os filhos aparecem.
Bjos.
Eliel
UPDATE 2:
Ainda sobre o ano da foto, veja bem, eu nasci em dez.44. Na foto devo ter menos de dois anos. Consequentemente, deve ter sido em meados do ano de 1946.